Já diz uma velha frase que “o pior inimigo é aquele quem não tem nada a perder”. Pois bem, a final do Campeonato Catarinense foi formada por dois times opostos em ideologias. Avaí e Chapecoense duelam com vibrações a flor da pele, e para o time azurra a Chapecoense é este tal inimigo. O verdão do oeste por anos foi julgado como um time sem expressão ou, uma pedra no sapato dos clubes denominados grandes em Santa Catarina. E este desprezo praticado ao time da grande Chapecó foi o desfecho que foi aproveitado e vingado. Lá pelas bandas da Ressacada a coisa ferve, a responsabilidade do time do Avaí é multiplamente complexa, a azurra além de não faturar este titulo estadual por muitos anos, tem o fardo de ser o atual único clube do estado na série A do brasileirão. De fato, nome e história podem até assustar, mas não garantem a vitória. A abstinência avaiana no estadual é enorme, e aumenta a cada ano, já que a taça de campeão não cai na tarrafa azurra, ou belisca o anzol mas na hora de se puxar, o peixe foge, arrebentando a linha fina usada toda vez que o Avaí joga uma final, ou chega perto. O Futebol pode ser um esporte atualmente praticado em todo mundo de forma mais tática, porém, os grandes jogos são aqueles em que a técnica não impera nua e crua, e a raça somada a alegria de se jogar desfilam pelo tapete verde. Vence quem é destemido, perde quem muita fala e nada faz.segunda-feira, 27 de abril de 2009
CAMPEONATO CATARINENSE - A FINAL
Já diz uma velha frase que “o pior inimigo é aquele quem não tem nada a perder”. Pois bem, a final do Campeonato Catarinense foi formada por dois times opostos em ideologias. Avaí e Chapecoense duelam com vibrações a flor da pele, e para o time azurra a Chapecoense é este tal inimigo. O verdão do oeste por anos foi julgado como um time sem expressão ou, uma pedra no sapato dos clubes denominados grandes em Santa Catarina. E este desprezo praticado ao time da grande Chapecó foi o desfecho que foi aproveitado e vingado. Lá pelas bandas da Ressacada a coisa ferve, a responsabilidade do time do Avaí é multiplamente complexa, a azurra além de não faturar este titulo estadual por muitos anos, tem o fardo de ser o atual único clube do estado na série A do brasileirão. De fato, nome e história podem até assustar, mas não garantem a vitória. A abstinência avaiana no estadual é enorme, e aumenta a cada ano, já que a taça de campeão não cai na tarrafa azurra, ou belisca o anzol mas na hora de se puxar, o peixe foge, arrebentando a linha fina usada toda vez que o Avaí joga uma final, ou chega perto. O Futebol pode ser um esporte atualmente praticado em todo mundo de forma mais tática, porém, os grandes jogos são aqueles em que a técnica não impera nua e crua, e a raça somada a alegria de se jogar desfilam pelo tapete verde. Vence quem é destemido, perde quem muita fala e nada faz.Série C e Série D
A esperança ainda não foi perdida para o tricolor catarinense. O Joinville Esporte Clube volta a sonhar com uma vaga na medíocre Série D do Campeonato Brasileiro. Após duas chances perdidas, uma desperdiçada nos pênaltis de uma final conturbada contra o time do Brusque, e outra durante o Campeonato Catarinense atual. Apesar dos pesares, o tricolor volta à mesma realidade vivenciada no ano passado, esperar com a falta de recursos de outros times pelo Brasil, para assim arranjar um cantinho para se infiltrar no novo campeonato criado pela CBF. Chamar a nova Série D de medíocre é um fato, por alguns motivos, já que durante a Série C até então, foram diversos times abrindo mão de sua vaga por falta de recursos, inúmeras vezes questionada a Série C por este motivo, cogitada inclusive de ser excluída do calendário futebolístico nacional. Assim, mantiveram-na e criaram a nova Série. Quem a disputará então? Nem todos os clubes neste imenso país têm condições financeiras de se disputar algo além de seus campeonatos estaduais. Nem todos os clubes têm cacho com o Governo Brasileiro, e podem assim desfrutar de ficar negativos por anos, devendo alto para a nação. Como ficarão então os gastos com viagens, hospedagem entre tantas outras coisas, para estes clubes que estarão disputando a ultima camada do Campeonato Brasileiro? Vale lembrar, o Joinville já teve a mesma oportunidade de entrar pela janela ano passado na Série C, porém, por mais que tentassem até comprar a vaga, por motivo de uma administração relaxada e cheia de furos, onde o prefeito da cidade era o presidente do conselho deliberativo do clube, e o clube virara numa câmara de vereadores, a vaga foi para o brejo. Mas como contra fatos não existem argumentos, sendo medíocre ou não, a Série D é um campeonato e muito válido. Mais medíocre é um clube como o JEC não disputar torneio nacional algum.
terça-feira, 3 de março de 2009
O cheiro doce da vitória
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
TRISTE REALIDADE




A chuva castigou a cidade de Joinville mais uma vez. Em todo o estado, como em Joinville, a chuva está causando tristeza e sofrimento para muitos habitantes. Em Joinville o problema com enchentes não é de hoje, é uma problema histórico a ser resolvido. Porém, até hoje, o poder público ignorou tal proplema, preferiu investir em obras faraônicas a fim de se mostrar para o resto do circo, e nos fez assim de palhaços mais uma vezes. Assim, de tanta palhaçada, não estamos rindo, pois ou estamos com os pés molhados, ou estamos abaixo, ou embaixo d'água!domingo, 2 de novembro de 2008
O TEMPO E O GIGANTE
O tempo corre. O tempo não repousa. Números e ponteiros alegram e também traem. O tempo é tão confuso quanto os números. Por um ponto Hamilton ganhou o título da Fórmula 1, por um ponto Felipe Massa chorou. Foram 38, quase 39 segundos que o Brasil se sentiu campeão do mundo, uma injeção curta para curar a nostalgia que Ayrton Sena deixou quando se foi. Mas Massa foi massa! O esporte pode ser cruel, por isto talvez seja tão prazeroso. Talvez, o gosto da vitória nem sempre seja doce, quem sabe, amargo, aveludado. Por isso, é mais marcante, como um vinho.. O gosto azedo fica para quem não disputa, não luta, não ganha e não perde. Este mesmo ponto que tirou um título de Massa, pode ser o ponto que dará o título ao campeão no futebol. Este ponto mutável sobra nas mãos, nos pés e na mente de quem já conquistou consecutivamente duas vezes este mesmo campeonato. Um gigante cinco estrelas! Acordado e alimentado, que agora busca a sexta estrela, a terceira consecutiva. Quem parará o tricolor?
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Coluna desta semana...
Eleições no Jec, eleições em Joinville. Por ética, uma eleição não deveria influenciar à outra. A prefeitura é a prefeitura, o JEC é o JEC. Por esta praxe politiqueira é que chegamos até onde estamos atualmente, em lugar algum. O Grêmio bebeu, caiu e levantou, os gaúchos eliminaram as rinhas de galo existentes no clube, varreram o podre, trocaram as traças pela raça e deram a volta por cima. Vide o Palmeiras, e agora o Corinthians, expulsaram uma máfia estúpida do clube e imitando os gaúchos tricolores, estão dando aula de futebol e humildade na série B. O JEC bebeu, tomou um porre e caiu; Despencou! Aqui, preocupam-se com parecerias políticas, não com futebol. O único apoio que deveríamos buscar seriam parcerias de sucesso; com paranaenses ou gaúchos, mas parcerias que funcionassem. Longe das cornetas, mas não somos mais a fim de nos compararmos com alvinegros ou azulões, estamos no mesmo patamar dos verdões do oeste! Arrotamos o passado porque nosso presente está morto. Viramos museu.